Camila, quem?

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~Cara de romã.

Eu?
‘Eu sou a garota papo-firme que o Roberto falou’.
Brincadeira… 😉

Eu? Eu em Francisco:
‘Eu semeio o vento na minha cidade, vou pra rua e bebo a tempestade.’

Eu? Eu em Camille:
‘Il y a toujours quelque chose d’absent qui me tourmente.’

Eu? Eu em Pablo:
‘…Como todas las cosas están llenas de mi alma, emerges de las cosas llena del alma mía. Mariposa de sueño, te pareces a mi alma, y te pareces a la palabra melancolía.’

Eu? Eu em Mario:
‘Uma borboleta amarela? Ou uma folha seca que se desprendeu e não quis tombar?’

Mas eu? Eu em mim mesma com a poesia atemporal de Vinícius.
(Antes, um aviso: Peixes ascendente em peixes. Cuidado!)
Seguimos, pois: Escrevendo, escrevendo, escrevendo, escrevendo… Porque preciso. Porque se não, não me caibo. É tanto sentimento que exaure uma alma. Porquês que me transbordam. É uma lembrança do que não me foi que me grita para ser verbalizada. É memória do agora. É tentar lembrar como será o futuro. ‘Meu tempo é quando’, sempre. Eu queria ser Bob Dylan, mas eu sou mesmo uma garota de muita sorte…

Eu, a dos diálogos invisíveis com Carlos e Cecílias. Com Jaggers e Cobains. Com Renoirs e Kahlos. Com Truffauts e Carvalhos. Com Platãos e Maquiavéls. Com burocracias e possibilidades.

Eu, a que desconhece.
Eu, a que apenas improvisa.
Eu, a que tem certeza de que estamos todos tentando, afinal.